O estudo conduzido por professores da Universidade Yeshiva, nos Estados Unidos, aponta também que as chances de sofrer um AVC (acidente vascular cerebral) é maior entre indivíduos que sofrem com a dor de cabeça intensa.
Dor popular
Nem mesmo os bebês escapam da enxaqueca, porém, a enfermidade ataca com mais força pessoas de 25 a 55 anos, sendo que as mulheres possuem três vezes mais chances de sofrer da doença do que os homens. Muitas vezes confundida com uma dor de cabeça normal, a enxaqueca é uma disfunção química cerebral caracterizada pela pouca produção de serotonina e endorfina (neurotransmissores que atuam no Sistema Nervoso Central como tranquilizantes) e pela liberação de noradrenalina (de ação estimulante).
Embora seja uma enfermidade heriditária, a neurologista Célia Roesler, de São Paulo, explica que há uma evidente conexão entre o aumento de casos de enxaqueca e o estilo de vida. "O estresse, a falta de rotina e horários regulares para dormir e a má alimentação são desencadeadores desse tipo de cefaleia", diz a profissional.
Afaste a dor e proteja o coração
Para prevenir as crises de enxaqueca cuidados devem ser incorporados à rotina. De acordo com Célia, uma alimentação balanceada pode ser eficaz. "O consumo de açúcar em excesso, frituras, álcool ou de alimentos industrializados, carboidratos refinados, enfim, tudo que configura uma má alimentação pode desencadear a enxaqueca", diz. Segundo a profissional, o estresse e uma estrutura emocional frágil também favorecem o surgimento da doença, assim como o uso da pílula anticoncepcional. Investir em atividades físicas pode ser uma alternativa para afastar a dor. Segundo a especialista, exercícios leves liberam endorfina, que atua como uma espécie de analgésico interno e diminui a dor.
Minha Vida

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