Segundo ele, a primeira postura dos organizadores deveria ser reconhecer o atraso e ajustar os cronogramas, 'uma vez que não há folgas frente a imprevistos e obstáculos'. Para o presidente do Sinaenco, também é preciso identificar os riscos que podem atrasar ainda mais as obras e decidir 'rapidamente' as pendências. 'Temos de trabalhar para que o Brasil seja vitrine, não vidraça', comentou.
Na semana passada, estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) informou que, dos 13 aeroportos brasileiros que receberão investimentos para modernização e aumento de capacidade, nove não ficarão prontos a tempo da Copa.
Na segunda-feira, o Tribunal de Contas da União (TCU) trouxe à tona mais uma vez os atrasos nos preparativos do Mundial em aeroportos, mobilidade urbana e estádios. No entanto, para o ministro Valmir Campelo, relator dos processos sobre o assunto no tribunal, 'não é o caso ainda de luz vermelha'.

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