
O plenário está rachado e com apenas dez ministros participando da sessão - o substituto de o Eros Grau ainda não foi escolhido. Por isso, as chances de um empate em 5 a 5 são grandes, durante o julgamento do processo, hoje, do ex-governador do DF, Joaquim Roriz. Sendo assim, os ministros já discutem o que fazer neste caso.
Pelos prognósticos dos próprios ministros, ao menos quatro votos serão pela constitucionalidade da lei: Carlos Ayres Britto, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Joaquim Barbosa. Outros cinco votos são apontados como contrários à lei: Celso de Mello, Marco Aurélio, Gilmar Mendes, Dias Toffoli e Cezar Peluso.
O voto da ministra Ellen Gracie ainda é dúvida. Se votar pela constitucionalidade da lei, é a aposta de uma parte dos ministros do tribunal, o julgamento ficará empatado. Parte dos ministros entende que o presidente Cezar Peluso teria direito ao voto de desempate.
Outros ministros argumentam que a Constituição determina que 'somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros' o tribunal poderia declarar a inconstitucionalidade da lei.Pela leitura desse trecho, a lei não poderia ser declarada inconstitucional em caso de empate.
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