
“Se a eleição fosse hoje, na urna Dilma já perderia”, avalia o marqueteiro Marcelo Teixeira, o único do País que acertou no prognóstico de segundo turno quando todos os especialistas previam a vitória de Dilma no primeiro turno. Com 30% do eleitorado nacional, o Nordeste, na verdade, é uma tremenda incógnita para a candidata petista.
Aqui, estão, por exemplo, os maiores índices de abstenção do País e, no segundo turno, Dilma não contará com o rolo compressor das máquinas estaduais, do voto casado com o governador, os candidatos a senador, deputado federal e estadual.
Pelo raciocínio de Teixeira, basta Serra ampliar a sua diferença em São Paulo e Minas, onde já ganha, para liquidar a fatura. “Os votos do Nordeste, mesmo considerados em sua maioria pró-Dilma, não garantem a vitória da petista”, diz o marqueteiro, que regressou, ontem, de São Paulo e lá sentiu que Serra terá uma votação consagradora.
Coluna de hoje na Folha
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