
Ali, quem lidera é o ministro das Comunicações, Hélio Costa, do PMDB, com 31%, seguido pelo ex-prefeito de BH, Fernando Pimentel, do PT, com 19%. Na semana passada, um dia antes de oficializar sua saída da corrida ao Planalto, Aécio confessou ao presidente do PSDB, Sérgio Guerra, que precisava cuidar da sua vida e de Minas.
Era uma referência, claro, as dificuldades que terá pela frente para eleger o seu sucessor. Diferentemente de Aécio, Serra tem amplas chances de eleger seu candidato em São Paulo, Geraldo Alckmin, que aparece já vencendo no primeiro turno, com 50% contra 14% de Ciro Gomes (PSB).
Alckmin já foi governador e tem uma boa imagem, diferente do vice de Aécio, que embora seja um dos governantes mais populares do País, tem tudo para comer o pão que o diabo amassou pela opção de apresentar um nome sem tradição na política mineira, na verdade um ilustre desconhecido.
Aécio não blefou quando anunciou que é candidato ao Senado. Ele quer puxar o governador na sua chapa, invertendo a história, porque quem puxa senador é governador bombado.
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