
No documento, consta que Lula e Dilma se casaram na capital baiana no dia 9 de setembro de 1994 e que, desde então, a ministra passou a se chamar Dilma Rousseff da Silva. O nome do presidente foi grafado como 'Luiz Inácio da Silva'.
Na certidão, o 'nubente', que é pernambucano e casado, afirma ser engenheiro elétrico, divorciado e natural de Curitiba (PR). Já a 'nubente', mineira, declara ser carioca, empresária e solteira. O 'casamento' ocorreu no regime de comunhão parcial de bens.
A falsa certidão foi autenticada no tabelionato de notas do 5º ofício, no dia 10 de novembro passado. O fato foi revelado ontem pelo jornal baiano 'Correio', que afirmou ter recebido o documento de um leitor.
O registro teria sido falsificado com a ajuda de um computador. Os dados de uma certidão verdadeira teriam sido apagados e, no lugar deles, inseridos os nomes de Lula e Dilma.
A intenção do autor da fraude seria denunciar falhas nos serviços do cartório. Por lei, a autenticação só poderia ser feita mediante a apresentação do documento original, e não de uma cópia, como ocorreu.
Para conseguir o selo e a assinatura, o jornal baiano diz que o funcionário da instituição teria cobrado R$ 8,00 pelo trabalho, em vez de R$ 1,00, como prevê a tabela cartorária.
(Informações da Folha Online - Fábio Guibu)
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