
O julgamento terminou após três horas. O advogado do clube, José Mauro do Couto Filho, tentou, em um primeiro momento, adiar o julgamento para uma nova data, alegando que a Polícia de Curitiba ainda investiga os baderneiros responsáveis pela invasão de campo - algo que poderia influenciar a defesa do clube.
Indeferido o pedido pelos auditores, a defesa se calcou nos depoimentos do Presidente da Comissão dos Estádios da Federaçaõ Paranaense de Futebol (FPF), Reginaldo Cordeiro, responsável pela vistoria dos estádios do Paraná e o do coronel Costa, da Polícia Militar, que estava presente em campo no dia da bagunça.
- Tudo que podia ser feito para contenção e previsão do tumulto no dia do jogo foi feito, protegemos os torcedores de bem. Fora disso, só se saíssemos atirando na população, aí a polícia hoje estaria sendo duramente criticado por abuso - afirmou o coronel Costa durante o julgamento.
Porém, a procuradoria do STJD entendeu que as testemunhas não seriam completamente isentas, uma vez, que, direta ou indiretamente, seus trabalhos também estariam sendo colocados em questionamento no Tribunal. O clube foi punido pelos artigos 211 e 213, mas ainda pode recorrer ao Pleno do STJD.
Funcionário suspenso do futebol
O funcionário do Coritiba em campo, reconhecido pelas câmeras, Osvaldo Dietrich, foi condenado no artigo 184 e suspenso por 720 dias do futebol.
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